Quinta-feira, 14 de Abril de 2011
Desarmamento de novo !!!

Depois da tragédia que aconteceu em realengo, começa de novo as especulações de políticos carreiristas e longa data, que começam a martelar na sociedade a lei do desarmamento, querendo fazer um novo referendo popular.

Isso não passa de um hipocrisia para aparecer para as câmaras e abafar varias "idiotices" que esses hipócritas votam diariamente la no senado e na câmara dos deputados, esse referendo já foi votado pela população a pouco tempo e qual o resultado que surpreendeu a todos se venceu pela comercialização "legal" das armas de fogo.

ou seja na frente das câmeras todos dizem para proibir, mas no seu intimo alguns acham que tem o direito de tentar se defender, ja que o estado não o faz, visto que até delegado tem medo de andar na linha vermelha, então você imagina como esta esse Brasil.

Então agora com esse grande clamor publico de revolta e de dor pelos "brasileirinho" começa denovo a tentiva de mais uma votação.

Galera por mim, tudo bem, votemos novamente, discutiremos o assunto durante meses novamente, propaganda gratuita etc  etc....., mas se por um bem geral que se discuta, como acho também que outros deveriam também entrar em votação popular como por exemplo o aborto dentre vários outros assuntos tão ou mais importante para a população.

mais ai pergunto eu a você:

Por que eles escolhem qual assunto podemos opinar?

por que não colocaram o aumento absurdo do salários deles para nós votarmos, já que eles que votam o nosso?

por que nós não podemos votar cotas nas universidades dentre vários outros assuntos polemicos ?

 

Que democracia é essa? a democracia deles né?

 

eles não pagam a casa onde moram, os empregados, motoristas, copeiros, carros, viagens e varias outras coisas, qual a moral que esses $#@¨&** acham que tem?, exceptuando uma parte que trabalha para a população.

 

Agora essa votação de novo, então que venha e vamos discutir novamente, eles são incapazes de fiscalizar as armas que entram no Brasil e que são fabricadas aqui, ai vem com a desculpa que as pessoas que adquirem armas legalmente podem ser roubadas e a arma ser usada em um crime, claro que isso de fato pode acontecer, mas isso é zero virgula alguns por centos, a maior parte é vendida por varias lojas sem fiscalização, que nem manda documentação para a PF que só serve de cartório e não fiscaliza o que seria função do exército que também nada faz, ai vem um político babaca, com números não se sabe de onde e diz que as armas nas maos de bandidos foram de pessoas de bem !!! quantas? ele nem sabe !!! todos,  todos não, quem quiser entra no Paraguai compra arma de pequeno porte e atravessa tranquilamente, chegando aqui raspa e acabou, ou nem raspa, não vão achar mesmo.

Eu sou muito suspeito para falar nesse assunto pôs gosto de arma e sou a favor da "posse" de arma de fogo, "posse" não "porte", moro em uma área de muitos assaltos a residência, e tenho mulheres em casa, eu tenho "posse" de arma registrada na PF, e não abriria mão dela.

 se um vagabundo entrasse na minha casa, eu queria ter pelo menos a possibilidade de tentar proteger minhas "mulheres" (mae, mulher, filha) mesmo que custasse a minha vida, já ouvi historia de vagabundo entrar na casa esfregar o orgão genital na cara de uma menina de 19 anos e o pai nada poder fazer, obvio que isso pode acontecer até com alguém com arma, mas se eu tiver uma chance nem que pequena, eu tento !!!

Policia?

que policia, tenho familiares na força policial e nem por isso tenho mais segurança, ou confio mais nela, visto que nem eles(policiais) a tem como "boa" policia.

 

Bom é isso vamos deiscutir  hehehehe, eu queria mesmo era votar os salários desses safados.

 

Gostaria de deixar um abraço aos familiares dos "brasileirinho" que tiveram sua partida antecipada por um "doido".

 

Parabenizar os policiais militares que chegaram primeiro ao colégio, por que se não fosse o impulso destes policiais talvez muitas outras crianças teriam partido.

Acho que a maioria dos policiais em sã conciencia teriam esperado algum tempinho para entrar, e chamado reforço, afinal todos tem família e quem tem (o) tem medo.......

fiquei 5 anos no EB, e tive algum treinamentuzinho, mas não sei se entraria correndo como fez o policial.

 

PARABÉNS

 

 

Veja o texto da tribuna da imprensa

por Hélio Fernandes.

 

De referendo em referendo, o Congresso referenda o seu oportunismo. Há 6 anos, 64 por cento dos votantes disseram SIM à poderosa INDÚSTRIA DAS ARMAS. Trocaram o nome para PLEBISCITO, nada mudou.

 

Helio Fernandes

Inacreditável, mas rigorosamente verdadeiro: se não fosse o massacre de Realengo, deputados e senadores não teriam se lembrado do resultado de 2005, quando consultaram o cidadão-contribuinte-eleitor. Como no mundo inteiro não existe Poder maior do que a indústria das armas, obtiveram vitória estrondosa.

64 por cento dos cidadãos disseram SIM, aprovaram a permanência e a legalização das armas, 36 por cento votaram NÃO. Analistas bem informados e especialistas que estudaram o assunto em profundidade, afirmaram e reconheceram: “Os 36 por cento que disseram N-Ã-O ao armamento, votaram conscientemente”.

Já os 64 por cento que decidiram pelo S-I-M, ou seja, votavam para que em cada bairro e cada esquina, houvesse COMPRA e VENDA de armas (dezenas de milhões delas), foram contaminados, conspurcados, condenados a seguir a “campanha triliardária da maior força do mundo”.

Qual era o interesse do cidadão em dizer S-I-M à venda de armas? Nenhum. Votaram como votam nas eleições normais, elegendo uma “representatividade” falsa, farsante, fraudulenta. Agora, como o Congresso não tinha como se defender do fato de ser corresponsável pelo massacre de Realengo, resolveram entrar pela contramão de 2005.

E essa mistificação, só podia ter um patrocinador: o presidente do Senado, José Sarney. Imediatamente convocou deputados e senadores, chamou os “líderes” dos partidos no seu gabinete, e fez a proposta que sabia que seria vitoriosa: “Vamos fazer um DECRETO LEGISLATIVO PARA CONVOCAR UM PLEBISCITO, I-M-E-D-I-A-T-A-M-E-N-T-E”.

Mistificador completo, Sarney explicou: “Desisti do REFERENDO, fiz o lançamento do PLEBISCITO, porque só ele pode mudar uma lei já aprovada”. Quanto falsidade, que falta de constrangimento, de respeitabilidade, para fazer afirmação como essa.

Referendo ou plebiscito representam a mesma coisa, SIM ou NÃO a um assunto proposto ao povo. Houve apenas modificação e modernização da palavra. Há mais de 2 mil anos, reuniam o povo numa praça, ele dizia SIM ou NÃO, de viva voz.

Como as populações eram mínimas, não chegavam a uma centena os que diziam as palavras mágicas, SIM ou NÃO, eram recolhidas de viva voz e anunciado o resultado.

Com o tempo e o aumento da violência das populações e a mudança do vocabulário, o plebiscito ganhou força, o referendo foi abandonado. Mas em 2005, esse REFERENDO ainda foi usado, “achavam que PLEBISCITO o povão não entenderia”.

Essa falsidade de Sarney, “de que só o PLEBISCITO pode desautorizar o REFERENDO, não tem a menor base. A justificativa a respeito da não modificação de uma lei aprovada, não resiste à menor análise. Num país em que se quebram cláusulas pétreas da Constituição, até para PRORROGAR mandatos de quem está no Poder, por que essa filigrana de estabelecer diferença entre REFERENDO e PLEBISCITO?

Além do mais, apesar da Câmara estar visivelmente contra e no Senado só terem chegado ao número 27 (um terço dos 81 senadores), já estão dando tudo como APROVADO. Marcaram até a data, o primeiro domingo de outubro. Quanta leviandade. E essa data foi aceita pelos órgãos de comunicação, com a restrição consagradora de alguns jornalistas independentes e individuais.

Esgotada essa parte da mistificação e do exibicionismo de alguns senadores (um terço) desencaminhados pelo carreirista mais longo de todos eles, examinemos o resto. Que na verdade nem é resto e sim o principal. A confirmação dessa convocação apressada, que já está com data marcada, mas com a realização ameaçada.

Digamos, afirmação apenas hipotética: e se o resto do Senado e da Câmara, com maioria, não disserem S-I-M à invencionice de Sarney? Não haverá nem REFERENDO nem PLEBISCITO. Mas Sarney e seu grupo de iconoclastas foram derrotados?

Tranquilamente virão a público, com a afirmação em termos de lamento: “Tentamos acabar com o comércio aberto de armas, não obtivemos consenso”.

Também hipoteticamente, admitamos que o REFERENDO transformado em PLEBISCITO seja aprovado, a data de primeiro domingo de outubro, confirmada, o cidadão-contribuinte-eleitor, obrigado a votar como aconteceu em 2005.  O que acontecerá?

Citei duas vezes a palavra hipoteticamente, pois não existe ninguém, nenhum analista, que possa fazer um exame da situação e conclua pela vitória do SIM ou do NÃO. Alguém saberá o que é vitória e o que é derrota, na comparação com o resultado de 2005?

*** 

PS – Coloquei o problema, não tentarei “adivinhar” o resultado, qualquer coisa dita agora não passa de especulação. Continuo acreditando que é dificílimo derrubar a indústria das armas. Como vou escrever muito sobre o assunto, deixo para depois o exame desse súbito amor pelo plebiscito.

PS2 – Os 64 por cento que votaram pelo S-I-M manterão a posição? Resistirão à pressão, a ponto de caírem a menos de 50 por cento?

PS3 – E os 36 por cento, crescerão tanto e chegarão à vitória. De qualquer maneira, haja o que houver, com o SIM ou o NÃO, o cidadão ficará mais protegido?

PS4 – Por enquanto, esperem os fatos acontecerem.



publicado por garbolemos às 13:23
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